sábado, junho 16, 2007
Nos teus braços morreríamos
"Nunca se sabe o que é para sempre, sobretudo nas coisas do amor. E era uma coisa do amor, isto tudo. São tão estranhas as coisas do amor que não se compreendem por inteiro. Tem de se estar sempre a fazer suposições. Nunca se sabe como e até que ponto e até quando. Esta obsessão chega para impedir a vida, o amor pode impedir o amor, amaldiçoá-lo como um espectro."
Pedro Paixão
quarta-feira, junho 13, 2007
segunda-feira, junho 11, 2007
domingo, junho 10, 2007
Aquilo onde estão os planetas e as estrelas e as nebulosas e......
Na quinta explodiamos de paixão, parecia que nos amávamos há não-sei-quanto-tempo! Pareciamos dois jovens que viviam pela primeira vez aquele gostar inexplicável, aquele querer absurdo que não pede nada em troca. O amor.
Anteontem estivemos juntos; lindo e maravilhoso. Sim, existem homens perfeitos.
Aquele dia de ontem... Casual, sabes? Perfeito, como tu. Tudo tem o seu momento. E tu sabes que eu sei que nós sabemos isso.
Hoje... Saudades da essência da tua pele... Esse aroma que lembra música para os meus ouvidos. Magnífico, brilhante, enfeitiçante...
(...)
Vamos lá com calma...
Só "nós"...? E o eu e o tu...? Há que haver aquilo onde estão os planetas e as estrelas e as nebulosas e......
Faz falta sim, eu já sei. E por isso to dou todo, porque quero o meu também. Também preciso, já senti que me faz bem tê-lo.
Anteontem estivemos juntos; lindo e maravilhoso. Sim, existem homens perfeitos.
Aquele dia de ontem... Casual, sabes? Perfeito, como tu. Tudo tem o seu momento. E tu sabes que eu sei que nós sabemos isso.
Hoje... Saudades da essência da tua pele... Esse aroma que lembra música para os meus ouvidos. Magnífico, brilhante, enfeitiçante...
(...)
Vamos lá com calma...
Só "nós"...? E o eu e o tu...? Há que haver aquilo onde estão os planetas e as estrelas e as nebulosas e......
Faz falta sim, eu já sei. E por isso to dou todo, porque quero o meu também. Também preciso, já senti que me faz bem tê-lo.
quinta-feira, junho 07, 2007
Um dó li tá
Vivemos diariamente uma procura do nosso outro eu; há quem já o tenha encontrado, há quem já o tivesse tido, há quem acredite que é aquele mas não o tem e depois há quem não o tenha mas sente que ele o é.
Os opostos atraem-se - positivo e negativo, yin e yang. Por serem diferentes não entram tantas vezes em conflito, têm conversas fluidas porque defendem diferentes pontos de vista, devem possuir uma forte vontade de adaptação. Têm de se moldar um ao outro, ser compreensivos e tolerantes, e têm de se amar e respeitar muito para aguentarem uma vida a dois.
Mas aqueles que são muito parecidos também podem ter harmonia na relação. Aliás, a coisa é facilitada em muitos aspectos. Hábitos parecidos, gostos semelhantes, interesses comuns, modu vivendi em sintonia... Todos estes factores são bons pois unem o casal, criam estabilidade, acrescentam paz e sossego à relação. Contudo há que ser dinâmico, procurar variar nas actividades a dois para não cair na rotina aborrecida do dia-a-dia. Se serem parecidos é bom pode também ser muito mau, e aí só o amor dos dois e o querer estar bem com a outra metade ditam a história da relação.
Se realmente forem feitos um para o outro a união acontecerá, independentemente de tudo o resto.
Os opostos atraem-se - positivo e negativo, yin e yang. Por serem diferentes não entram tantas vezes em conflito, têm conversas fluidas porque defendem diferentes pontos de vista, devem possuir uma forte vontade de adaptação. Têm de se moldar um ao outro, ser compreensivos e tolerantes, e têm de se amar e respeitar muito para aguentarem uma vida a dois.
Mas aqueles que são muito parecidos também podem ter harmonia na relação. Aliás, a coisa é facilitada em muitos aspectos. Hábitos parecidos, gostos semelhantes, interesses comuns, modu vivendi em sintonia... Todos estes factores são bons pois unem o casal, criam estabilidade, acrescentam paz e sossego à relação. Contudo há que ser dinâmico, procurar variar nas actividades a dois para não cair na rotina aborrecida do dia-a-dia. Se serem parecidos é bom pode também ser muito mau, e aí só o amor dos dois e o querer estar bem com a outra metade ditam a história da relação.
Se realmente forem feitos um para o outro a união acontecerá, independentemente de tudo o resto.
quarta-feira, junho 06, 2007
Música linda para celebrar este dia lindo, de sol e muita boa disposição!
¿Cómo fue?
no se decirte cómo fue
No se explicarme que pasó
pero de ti me enamoré
Fue una luz que iluminó todo mi ser
Tu risa como un manantial
Regó mi vida de inquietud
Fueron tus ojos o tu boca
Fueron tus manos o tu voz
Fue a lo mejor la impaciencia
De tanto esperar tu llegada
más no se
No se decirte como fue
No se explicarme que pasó
Pero de ti me enamoré
Más no se, no se decirte como fue
No se explicarme que pasó
Pero de ti me enamoré
Fueron tus ojos o tu boca
Fueron tus manos o tu voz
Fue a lo mejor la impaciencia ay
De tanto esperar tu llegada
más no, yo no se
No se decirte como fue no
No se explicarme que pasó
Pero de ti me enamoré
terça-feira, junho 05, 2007
Ai, mas que vida....
Não gosto que certas pessoas dêem palpites acerca da minha vida, principalmente quando já não fazem parte dela...
Então vindos de ti dispenso, obrigada. E escrevo isto porque sei que virás aqui brevemente.
Obrigado mas a época de te preocupares comigo já lá vai... Lá longe...
Então vindos de ti dispenso, obrigada. E escrevo isto porque sei que virás aqui brevemente.
Obrigado mas a época de te preocupares comigo já lá vai... Lá longe...
terça-feira, maio 29, 2007
Do fundo do cofre...
Fechada.
Condenada.
Amargurada.
E eis que a poção salvadora
se lhe revela a liberdade de outrora!
Com a alma deslavada em tal pecado
E mergulhada num pranto de ilusão,
Fechada e condenada e amargurada
Delirante em tamanha sedução,
Resvala em si mesma sem pudor,
Triste!... e, se mostra tão poderoso sorriso,
nada mais sente que solidão e imensa dor.
AM
20/8/2006
Condenada.
Amargurada.
E eis que a poção salvadora
se lhe revela a liberdade de outrora!
Com a alma deslavada em tal pecado
E mergulhada num pranto de ilusão,
Fechada e condenada e amargurada
Delirante em tamanha sedução,
Resvala em si mesma sem pudor,
Triste!... e, se mostra tão poderoso sorriso,
nada mais sente que solidão e imensa dor.
AM
20/8/2006
segunda-feira, maio 28, 2007
Por uma vida melhor...
Preparas-te para uma mudança na tua vida, uma grande reviravolta que requer imensa coragem. Lamento que sejam essas as causas da tua decisão... Lamento ainda mais não poder ajudar, se pudesse talvez isto não fosse necessário.
Que posso eu dizer? Opor-me? Mostrar que não concordo? Revelar o que sinto quando penso que estarei sozinha sei lá por quanto tempo...? Não posso... Tenho que te apoiar e pensar positivo. Há que acreditar que tudo vai correr bem e que vais conseguir alcançar os teus objectivos. Pelo menos assim espero que aconteça. Coragem... Para ti e para mim, que vou precisar de muita.
Por todo o amor que tenho por ti, BOA SORTE.
Que posso eu dizer? Opor-me? Mostrar que não concordo? Revelar o que sinto quando penso que estarei sozinha sei lá por quanto tempo...? Não posso... Tenho que te apoiar e pensar positivo. Há que acreditar que tudo vai correr bem e que vais conseguir alcançar os teus objectivos. Pelo menos assim espero que aconteça. Coragem... Para ti e para mim, que vou precisar de muita.
Por todo o amor que tenho por ti, BOA SORTE.
domingo, maio 27, 2007
Errar é humano
Por vezes cometemos erros, ou porque não estamos cientes das consequências ou porque tinhamos mesmo que os cometer para aprender.
Mas no errar está o saber que errámos para não repetir. E se repetirmos olha, paciência! Estamos cá para isso...
Mas no errar está o saber que errámos para não repetir. E se repetirmos olha, paciência! Estamos cá para isso...
segunda-feira, maio 21, 2007
Meu blogue
Quando escrevo, o que quer que seja, neste blogue - que é meu- não tenho por objectivo ferir susceptibilidades nem criticar os outros.
O que escrevo são desabafos, algumas vezes momentâneos, por vezes espontâneos, outras vezes reflectidos.
Quero com isto dizer que não atinjo ninguém com as minhas palavras nem desrespeito entidades, pessoas ou o que quer que seja!...
Deixem-me falar, posso?
E comentem, sempre que quiserem!
O que escrevo são desabafos, algumas vezes momentâneos, por vezes espontâneos, outras vezes reflectidos.
Quero com isto dizer que não atinjo ninguém com as minhas palavras nem desrespeito entidades, pessoas ou o que quer que seja!...
Deixem-me falar, posso?
E comentem, sempre que quiserem!
domingo, maio 20, 2007
Domingo à tarde MÍTICO
E aqui estou eu, sentada num balcão de recepção dum hotel, a desesperar...
O computador ampara-me o lado direito, a impressora o lado esquerdo, em frente um teclado e atrás as costas da cadeira na qual estou sentada. Ora passa alguém e digo "Hello Sir...", ora passa outro alguém e digo" Pode sair, eu abro-lhe a cancela...". Esporadicamente chega um hóspede, entrego-lhe o check-in card, informo-o acerca dos horários de pequeno-almoço e jantar, ele segue a vida dele e eu a minha.
Fumo cigarros, conto minutos, navego na internet, observo o relógio, mais um cigarro e vou ao Popomundo, um xixi e um café, hotmail, gmail, hi5, sic notícias, blogger world e já estou com a net pelos cabelos...
estar aqui provoca-me uma ansiedade tal que é-me imopssível sorrir a quem se aproxima, é-me impossível conversar com a colega do lado, é-me impossível não querer chorar...
É injusto e ingrato... Numa turma de 30 alunos ser a única a estagiar ao fim de semana é deveras arrasador. Saber que todos estão em casa ou num bar ou num cinema ou no "raio-que-os-parta" e eu estou aqui fechada nesta tortura de mentes em que não se faz nada, não se passa nada...
Sinto-me escravizada, explorada... É que enquanto N colegas estão a curtir a folga, eu tenho que gramar com os fins de semana, no turno da tarde!...
Anseio pelas doze badaladas mas não ouço guitarradas, nem pessoas a cantar... Ouço sim, o silêncio da noite escura, o ruído dos poucos carros que circulam pelas ruas, os troc-troc dos meus sapatos e nada mais...
Pensamento positivo: faltam 6h 16 minutos para me pirar daqui - e deixei em casa um garrafão de 5 litros de sangria para me encabrar fortemente.
Pensamento negativo: vou chegar a casa, não vou ter companhia, vou sentir-me completamente só e triste (como tem acontecido...), não vou beber a sangria...
O computador ampara-me o lado direito, a impressora o lado esquerdo, em frente um teclado e atrás as costas da cadeira na qual estou sentada. Ora passa alguém e digo "Hello Sir...", ora passa outro alguém e digo" Pode sair, eu abro-lhe a cancela...". Esporadicamente chega um hóspede, entrego-lhe o check-in card, informo-o acerca dos horários de pequeno-almoço e jantar, ele segue a vida dele e eu a minha.
Fumo cigarros, conto minutos, navego na internet, observo o relógio, mais um cigarro e vou ao Popomundo, um xixi e um café, hotmail, gmail, hi5, sic notícias, blogger world e já estou com a net pelos cabelos...
estar aqui provoca-me uma ansiedade tal que é-me imopssível sorrir a quem se aproxima, é-me impossível conversar com a colega do lado, é-me impossível não querer chorar...
É injusto e ingrato... Numa turma de 30 alunos ser a única a estagiar ao fim de semana é deveras arrasador. Saber que todos estão em casa ou num bar ou num cinema ou no "raio-que-os-parta" e eu estou aqui fechada nesta tortura de mentes em que não se faz nada, não se passa nada...
Sinto-me escravizada, explorada... É que enquanto N colegas estão a curtir a folga, eu tenho que gramar com os fins de semana, no turno da tarde!...
Anseio pelas doze badaladas mas não ouço guitarradas, nem pessoas a cantar... Ouço sim, o silêncio da noite escura, o ruído dos poucos carros que circulam pelas ruas, os troc-troc dos meus sapatos e nada mais...
Pensamento positivo: faltam 6h 16 minutos para me pirar daqui - e deixei em casa um garrafão de 5 litros de sangria para me encabrar fortemente.
Pensamento negativo: vou chegar a casa, não vou ter companhia, vou sentir-me completamente só e triste (como tem acontecido...), não vou beber a sangria...
sábado, maio 19, 2007
Ouve-te...
Se deixasses o teu coração falar seria tudo mais fácil...
É que quando ele fala entregas-te à paixão e vivem-se momentos lindos... E gostas tanto desses momentos, que eu sei...
De que é que tens medo...? De te apaixonar...?
É que quando ele fala entregas-te à paixão e vivem-se momentos lindos... E gostas tanto desses momentos, que eu sei...
De que é que tens medo...? De te apaixonar...?
The day follows the night... - take II
Para que conste, aquele trabalho que foi apresentado de ressaca e sem preparação prévia, depois da Noite de Tunas da Semana Académica, valeu 18 valores... Ah pois é... :)
segunda-feira, abril 30, 2007
Aquele fim de tarde...
Maravilhoso... Único...
Quero muitas tardes como aquela que passou.
És maravilhoso... És único... Como aquele fim de tarde...
Quero muitas tardes como aquela que passou.
És maravilhoso... És único... Como aquele fim de tarde...
terça-feira, abril 24, 2007
The day follows the night...
Depois da noite de tunas da Semana Académica em que se bebe pouca cerveja e nunca se apanham aquelas bebedeiras, sabem...
Aquelas em que parece que se levanta uma ventania por onde quer que passes...
Aquelas em que têm de te expulsar do recinto...
Aquelas em que apanhas boleia com um colega e de manhã não te lembras...
Depois de tudo isto o que é que é bom? Dormir e curar a bebedeira?
Nah! Nada disso...
Bom, bom é acordar com o David a telefonar e a tocar à campainha pra uma pessoa acordar, e ir apresentar um trabalho de Museologia. Isso é que é bom!
E à tarde há mais um para apresentar...
O melhor amigo do Homem não é o cão, é o GURONSAN!...
Aquelas em que parece que se levanta uma ventania por onde quer que passes...
Aquelas em que têm de te expulsar do recinto...
Aquelas em que apanhas boleia com um colega e de manhã não te lembras...
Depois de tudo isto o que é que é bom? Dormir e curar a bebedeira?
Nah! Nada disso...
Bom, bom é acordar com o David a telefonar e a tocar à campainha pra uma pessoa acordar, e ir apresentar um trabalho de Museologia. Isso é que é bom!
E à tarde há mais um para apresentar...
O melhor amigo do Homem não é o cão, é o GURONSAN!...
sábado, abril 21, 2007
Hoje o dia é teu...
segunda-feira, abril 16, 2007
Histórias #3
A Joana aos 5 anos já falava pelos cotovelos, já escrevia como um aluno da 3ª classe, contava até 200 e fazia somas de 3 números.
A Joana aos 5 anos já ouvia discussões, já percebia o que é estar bêbedo, já sabia o que é uma puta, já sabia que o pai era um cabrão de merda que batia na mãe da Joana, na avó da Joana e no cão da Joana.
A Joana aos 5 anos já sabia o que era a solidão dum quarto de paredes brancas, sem brinquedos, sem amigos, sem livros novos. Aos 5 anos a Joana fazia os seus livros porque escrevia, escrevia, escrevia até o sono a embalar.
A Joana aos 25 anos é uma pessoa acabada. Desistiu de ser feliz porque não autoriza que nenhum homem se aproxime do seu coração, magoado, pisado, torturado, fechado a sete chaves.
A Joana aos 25 anos lembra-me a minha tia-avó que cresceu sozinha e assim morreu, devota a Deus e aos seus santinhos, fechada a tudo o que ultrapassasse os muros da Igreja.
A Joana também cresceu sozinha, naquele quarto cujas paredes foram ficando verdes da humidade, cuja janela dava para um quintal nojento onde havia uma casota vazia que outrora tinha alojado o saudoso Spooky.
Aos 26 anos, 5 dias, 2 horas e 57 minutos a Joana morreu. Morreu não. Renasceu, porque morta estava ela já há muito tempo.
Cada um que retire a moral que quiser, depois de escrever isto fiquei enojada com a minha mente...
A Joana aos 5 anos já ouvia discussões, já percebia o que é estar bêbedo, já sabia o que é uma puta, já sabia que o pai era um cabrão de merda que batia na mãe da Joana, na avó da Joana e no cão da Joana.
A Joana aos 5 anos já sabia o que era a solidão dum quarto de paredes brancas, sem brinquedos, sem amigos, sem livros novos. Aos 5 anos a Joana fazia os seus livros porque escrevia, escrevia, escrevia até o sono a embalar.
A Joana aos 25 anos é uma pessoa acabada. Desistiu de ser feliz porque não autoriza que nenhum homem se aproxime do seu coração, magoado, pisado, torturado, fechado a sete chaves.
A Joana aos 25 anos lembra-me a minha tia-avó que cresceu sozinha e assim morreu, devota a Deus e aos seus santinhos, fechada a tudo o que ultrapassasse os muros da Igreja.
A Joana também cresceu sozinha, naquele quarto cujas paredes foram ficando verdes da humidade, cuja janela dava para um quintal nojento onde havia uma casota vazia que outrora tinha alojado o saudoso Spooky.
Aos 26 anos, 5 dias, 2 horas e 57 minutos a Joana morreu. Morreu não. Renasceu, porque morta estava ela já há muito tempo.
Cada um que retire a moral que quiser, depois de escrever isto fiquei enojada com a minha mente...
domingo, abril 15, 2007
Histórias #2
Naquela manhã tudo estava calmo e sereno, como deixáramos na noite anterior. O dia passou-se e com a noite veio a promessa dum jantar romântico. Nós dois, numa valsa de sabores e sensações inesquecíveis. Pelo menos assim esperava que acontecesse.
Chegaste e gerou-se a discussão. Sem quês nem porquês bombardeaste-me com palavras dissonantes ao meu ouvido. Estragaste a noite surpresa, estragaste o nosso dia. E estragaste os dias seguintes.
Agora estamos assim, cada um para seu lado, vivendo a vida que (não) escolheste. Estarás feliz? Será que sentes a minha falta? Quanto tempo mais ficaremos assim apartados um do outro, tu que és a minha alma...?
Amo-te, demais. Amo-te com todos os poros que existem na minha pele e lamento este afastamento. Quero-te tanto, meu amor... Sofro cada segundo que não te vejo, cada sono sem ti é um pesadelo que teimo em recordar todas as noites... Eras meu, será que mesmo longe ainda és...? Esta dúvida atormenta os meus dias...
Pediste tempo e dei-to. Quiseste espaço e já o tens.
É a minha vez de pedir e peço o teu amor de volta.
Uma planta só dá flor se a regarmos, se a adubarmos, se a tratarmos com carinho. Se ela murchar diremos: oh!... Esqueci-me de a regar... E gostava tanto daquela flor...
Chegaste e gerou-se a discussão. Sem quês nem porquês bombardeaste-me com palavras dissonantes ao meu ouvido. Estragaste a noite surpresa, estragaste o nosso dia. E estragaste os dias seguintes.
Agora estamos assim, cada um para seu lado, vivendo a vida que (não) escolheste. Estarás feliz? Será que sentes a minha falta? Quanto tempo mais ficaremos assim apartados um do outro, tu que és a minha alma...?
Amo-te, demais. Amo-te com todos os poros que existem na minha pele e lamento este afastamento. Quero-te tanto, meu amor... Sofro cada segundo que não te vejo, cada sono sem ti é um pesadelo que teimo em recordar todas as noites... Eras meu, será que mesmo longe ainda és...? Esta dúvida atormenta os meus dias...
Pediste tempo e dei-to. Quiseste espaço e já o tens.
É a minha vez de pedir e peço o teu amor de volta.
Uma planta só dá flor se a regarmos, se a adubarmos, se a tratarmos com carinho. Se ela murchar diremos: oh!... Esqueci-me de a regar... E gostava tanto daquela flor...
sexta-feira, abril 13, 2007
Histórias #1
- Não podemos fazer isto, sabes bem... - replica ele.
Já te expliquei que nunca poderá passar disto. Tu não és aquela, a tal...
- Eu sei, e já me conformei com isso - diz ela, não muito certa de quão sincera estava a ser.
(beijo)
- Gosto muito de mimos. Sou muito mimado e gosto de mimar para ser mimado.
- E eu gosto de te dar carinhos e beijinhos, e gosto de fazer amor contigo. Os signos dizem que nos entendemos muito bem - diz ela sorridente, feliz por estar ali com ele, num mar de delícias e carícias.
- Não acredito muito nos signos mas sim, gosto de estar contigo. E sim, deixas-me louco de prazer.
E permaneceram enroscados um no outro, como que se da última noite se tratasse.
Moral da história: de que serve lutar contra a paixão e o desejo que une duas pessoas...?
Já te expliquei que nunca poderá passar disto. Tu não és aquela, a tal...
- Eu sei, e já me conformei com isso - diz ela, não muito certa de quão sincera estava a ser.
(beijo)
- Gosto muito de mimos. Sou muito mimado e gosto de mimar para ser mimado.
- E eu gosto de te dar carinhos e beijinhos, e gosto de fazer amor contigo. Os signos dizem que nos entendemos muito bem - diz ela sorridente, feliz por estar ali com ele, num mar de delícias e carícias.
- Não acredito muito nos signos mas sim, gosto de estar contigo. E sim, deixas-me louco de prazer.
E permaneceram enroscados um no outro, como que se da última noite se tratasse.
Moral da história: de que serve lutar contra a paixão e o desejo que une duas pessoas...?
terça-feira, abril 10, 2007
E graças a esta merda...
...hoje o meu dia começou triste e muito chuvoso...
É nestes momentos que sinto o quão importante eras para mim e lamento a tua ausência...
Pudesse eu ter todos os amigos à tua semelhança...
Tenho tantas saudades tuas...
É nestes momentos que sinto o quão importante eras para mim e lamento a tua ausência...
Pudesse eu ter todos os amigos à tua semelhança...
Tenho tantas saudades tuas...
Friend's doubts
É bonito alimentar amizades e vivê-las sem mentiras, sem falsidades, sem corte na casaca (hábito generalizado da nossa sociedade ao qual fujo), sem prepotências, com sinceridade e dedicação, com gosto e prazer,com carinho e delicadeza, com respeito e frontalidade.
É feio mostrar amizade quando essa palavra não define o sentimento que se partilha. Enerva-me solenemente que pessoas que considero amigas, e que se consideram minhas amigas, venham nas minhas costas dizer que eu sou isto e aquilo, que ajo e reajo premeditadamente, que uso as pessoas em prol dos meus objectivos, que sorrio quando na verdade quero é cuspir! Amigos desses não quero, obrigada. Porque eu não faço isso com os meus amigos e não lhes admito que façam isso comigo!!!
Porque amigo é aquele que chama à razão quando falhamos, que nos alerta quando estamos em vias de cometer erros, que conversa connosco quando sente que alguma coisa se passa, que se preocupa em esclarecer qualquer mal-entendido que surja, que prefere falar connosco directamente em vez de espalhar os problemas por pessoas que nada têm a ver com isso, que se esforça por manter o equilíbrio, que não sente ciúmes de outros amigos.
Tu, que me chamas falsa e "ladra de amigos", vieste ter comigo a pedir-me para ajudar a pessoa que te "roubei"... Tu, que dizes que sou cínica e traiçoeira, falas mal de mim nas minhas costas. Quem é a pessoa falsa...? Quem é a pessoa cínica...?
Tenho mesmo que acordar para a vida e começar a dar menos de mim aos outros...
É feio mostrar amizade quando essa palavra não define o sentimento que se partilha. Enerva-me solenemente que pessoas que considero amigas, e que se consideram minhas amigas, venham nas minhas costas dizer que eu sou isto e aquilo, que ajo e reajo premeditadamente, que uso as pessoas em prol dos meus objectivos, que sorrio quando na verdade quero é cuspir! Amigos desses não quero, obrigada. Porque eu não faço isso com os meus amigos e não lhes admito que façam isso comigo!!!
Porque amigo é aquele que chama à razão quando falhamos, que nos alerta quando estamos em vias de cometer erros, que conversa connosco quando sente que alguma coisa se passa, que se preocupa em esclarecer qualquer mal-entendido que surja, que prefere falar connosco directamente em vez de espalhar os problemas por pessoas que nada têm a ver com isso, que se esforça por manter o equilíbrio, que não sente ciúmes de outros amigos.
Tu, que me chamas falsa e "ladra de amigos", vieste ter comigo a pedir-me para ajudar a pessoa que te "roubei"... Tu, que dizes que sou cínica e traiçoeira, falas mal de mim nas minhas costas. Quem é a pessoa falsa...? Quem é a pessoa cínica...?
Tenho mesmo que acordar para a vida e começar a dar menos de mim aos outros...
domingo, abril 08, 2007
Tinha saudades...
...da minha avó...
...da casa da minha mãe...
...da Nina e da Pantufa...
...da casa de banho cor de laranja...
...dumas jogatanas de bilhar com os amigos...
...do café habitual no sítio do costume, lá pás 22h30 mais coisa menos coisa...
...de estar no meu quarto...
...de ir à janela e não ver carros nem trânsito nem prédios nem pessoas...
...de ouvir a minha mãe a acordar-me...
...do comer fantástico da minha avó...
...da noite de Coimbra...
...do belo psicológico, do Psicológico (e não levei o cartão!...)...
...do karaoke no Sport Caffe...
...dos autocarros!...
...de ajudar a Bia a fazer os trabalhos de casa...
...de lanchar à beira rio em comunhão com a natureza...
...de passar uma noite agarrada à net...
...de ter saudades de casa...
Afinal numa semana muita coisa se pode sentir... Bom sinal...
...da casa da minha mãe...
...da Nina e da Pantufa...
...da casa de banho cor de laranja...
...dumas jogatanas de bilhar com os amigos...
...do café habitual no sítio do costume, lá pás 22h30 mais coisa menos coisa...
...de estar no meu quarto...
...de ir à janela e não ver carros nem trânsito nem prédios nem pessoas...
...de ouvir a minha mãe a acordar-me...
...do comer fantástico da minha avó...
...da noite de Coimbra...
...do belo psicológico, do Psicológico (e não levei o cartão!...)...
...do karaoke no Sport Caffe...
...dos autocarros!...
...de ajudar a Bia a fazer os trabalhos de casa...
...de lanchar à beira rio em comunhão com a natureza...
...de passar uma noite agarrada à net...
...de ter saudades de casa...
Afinal numa semana muita coisa se pode sentir... Bom sinal...
sábado, abril 07, 2007
sexta-feira, abril 06, 2007
Segredos
Acho que todas as pessoas têm um segredo, que não o é porque têm sempre de o contar a alguém.
Pior é quando vemos o nosso segredo ser conhecido por várias pessoas...
Eu tinha um segredo, já não tenho...
As pessoas que o sabem já não se contam só pelos dedos de uma mão, e não foi por mim que o souberam...
Pior é quando vemos o nosso segredo ser conhecido por várias pessoas...
Eu tinha um segredo, já não tenho...
As pessoas que o sabem já não se contam só pelos dedos de uma mão, e não foi por mim que o souberam...
terça-feira, abril 03, 2007
Imagino logo acontece
A nossa imaginação por vezes trai a realidade e leva-nos a querer mais do que podemos ter. Não por imaginarmos pouco mas porque queremos demais.
E como o querer não esgota, e dizem que é poder, continuamos a imaginar e a sonhar com o que tanto queremos, à espera de um dia o conseguir ter só para nós.
E como o querer não esgota, e dizem que é poder, continuamos a imaginar e a sonhar com o que tanto queremos, à espera de um dia o conseguir ter só para nós.
sexta-feira, março 30, 2007
Hoje sonhei connosco...
Ás vezes questiono se pensas em mim tanto quanto eu penso em ti.
Como eu gostava que o fizesses...
Neste momento estou sozinha, a ouvir música e a pensar em ti, quando tudo o que quero é não pensar em ti, não gostar de ti, não sonhar contigo, não procurar em ti sentimentos que não existem nesse coração fechado.
Como eu queria partilhar contigo o amor que tenho em mim... Como eu queria dar-to... A mim magoa-me e a ti iria fazer-te feliz.
“Viver sem ter amor não é viver”, ouvi agora na voz do meu amigo Tom. Como eu gostava que ouvisses a minha música da mesma forma que eu ouço a tua, por muito que às vezes não me agrade... Certo. Não podemos agradar a todos. Mas agradas-me tanto, ainda não reparaste? Ou já reparaste, e até achas graça ter uma palerma atrás de ti, como cachorrinho à procura da teta da mãe?
Apetece-me desistir de ti mas não quero. É como querer tomar banho naquela piscina mas está tanto frio... A vontade é tanta que esqueces o frio.
Apaguei da minha memória o tempo todo que já passou desde que me enfeiticei pela pessoa que és e continuo a querer alcançar o sonho.
O sonho comanda a vida; eu queria comandar a minha vida e não consigo por causa do sonho. Que contradição, não achas? E por falar em sonho...
...hoje sonhei connosco...
Como eu gostava que o fizesses...
Neste momento estou sozinha, a ouvir música e a pensar em ti, quando tudo o que quero é não pensar em ti, não gostar de ti, não sonhar contigo, não procurar em ti sentimentos que não existem nesse coração fechado.
Como eu queria partilhar contigo o amor que tenho em mim... Como eu queria dar-to... A mim magoa-me e a ti iria fazer-te feliz.
“Viver sem ter amor não é viver”, ouvi agora na voz do meu amigo Tom. Como eu gostava que ouvisses a minha música da mesma forma que eu ouço a tua, por muito que às vezes não me agrade... Certo. Não podemos agradar a todos. Mas agradas-me tanto, ainda não reparaste? Ou já reparaste, e até achas graça ter uma palerma atrás de ti, como cachorrinho à procura da teta da mãe?
Apetece-me desistir de ti mas não quero. É como querer tomar banho naquela piscina mas está tanto frio... A vontade é tanta que esqueces o frio.
Apaguei da minha memória o tempo todo que já passou desde que me enfeiticei pela pessoa que és e continuo a querer alcançar o sonho.
O sonho comanda a vida; eu queria comandar a minha vida e não consigo por causa do sonho. Que contradição, não achas? E por falar em sonho...
...hoje sonhei connosco...
terça-feira, março 20, 2007
Vem aí...
No próximo fim de semana realizar-se-á mais um grande festival de tunas - II Magna Augusta, organizado pela Augustuna, Tuna Académica da Universidade do Minho.
As tunas a concurso são:
• Real Tunel Académico - Tuna Universitária de Viseu
• Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar
• Copituna D´Oppidana – Tuna Académica do Instituto Politécnico da Guarda
• Scalabituna
A apresentação estará a cargo dos incontornáveis Jogralhos, grupo de Jograis da Univ. do Minho.
Espera-se mais um grande Festival de Tunas, à semelhança do que foi o I Magna Augusta: muita música, animação com fartura, boa disposição e, acima de tudo, convívio entre todas as tunas presentes.
As tunas a concurso são:
• Real Tunel Académico - Tuna Universitária de Viseu
• Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar
• Copituna D´Oppidana – Tuna Académica do Instituto Politécnico da Guarda
• Scalabituna
A apresentação estará a cargo dos incontornáveis Jogralhos, grupo de Jograis da Univ. do Minho.
Espera-se mais um grande Festival de Tunas, à semelhança do que foi o I Magna Augusta: muita música, animação com fartura, boa disposição e, acima de tudo, convívio entre todas as tunas presentes.
quarta-feira, março 14, 2007
Hoje o dia é teu

Tu que tanto adoro.
Tu que me fazias tranças quando eu era pequenina.
Tu que ainda fazes a comidinha que eu tanto gosto.
Tu que me mimas sempre que estamos juntas.
Tu que és um exemplo de mulher lutadora, forte, persistente, amiga, carinhosa, humilde.
Tu que me dás sempre uma palavra de incentivo.
Tu que tanto prazer me dás pela tua companhia.
Tu que tornas a minha vida mais risonha pelo simples facto de estares presente, ainda que distante.
Tu que aprendi a amar, muito.
Tu que estimo e guardo no meu coração.
Tu, a avó mais linda do mundo!
Parabéns pelos 74 de vida!
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
domingo, fevereiro 25, 2007
@ 2007
Blogs
Essência dos blogues: escrevemos o que queremos, porque queremos e quando queremos. Ponto final. É um espaço maravilhoso onde se reúnem milhares de pessoas todas diferentes e todas iguais. Qual hi5, qual fotolog!... Aqui existem palavras, sons, imagens. Existe um contacto próximo ainda que distante. Existe compreensão e carinho, existem amizades, existe confiança. Porque eu só leio o que gosto e se não gosto do que leio retiro-me.
Em jeito de conclusão quero fazer um agradecimento a todos os escritores que enchem os meus olhos de boas leituras e que, tal como eu, encontraram aqui um lugar seu, onde tudo é permitido, onde as palavras são rainhas e o pensamento rei. (in: "inhospitus mundu da Ana")
Pessoal
Quero que a tristeza me largue para que a felicidade possa finalmente sorrir-me, ainda que por breves instantes...
Quero, do fundo do meu coração, poder enviar uma sms aos meus amigos TODOS no dia 31 de Dezembro.
Quero conseguir alcançar a paz de espírito que tanto anseio.
Quero parar de chorar.
Quero viver.
Formação
Quero chegar ao final do ano lectivo com uma boa nota de estágio. Não queria acabar o curso este ano porque adoro a vida académica, mas se o conseguir será uma vitória pessoal.
Quero treinar mais vezes bandolim; quero ser um Tuno melhor.
Projectos WEB
Porque sempre haverá linhas trocadas eu cá continuarei para ver se está aí alguém. E mesmo que não esteja lá ninguém decerto estarei eu, porque o inhospitus mundo da Ana é da Ana e ponto final. Enquanto eu cá andar escreverei, sempre. "E relato o que me apetece sem esperar algo em troca. Ecrevo porque gosto de escrever. Escrevo pois tenho em mim uma enorme vontade de o fazer para libertar ideias, sentimentos, marcos da minha vida. Para mais tarde recordar, talvez." (in: inhospitus mundu da Ana)
Finalmente, o meu terceiro blog, em construção, será o reflexo da minha futura profissão. Nele escreverei tudo o que entendo ser pertinente na procura de lugares, de saberes e sabores, de paraísos, de mundos e submundos, de ambiente e tudo o que seja ligado ao Turismo.
Fui convocada pelo David Gualdino e, agora, aqui ficam as próximas 3 pessoas chamadas a darem continuidade à corrente...
Afal
Kaixas
Mini
Essência dos blogues: escrevemos o que queremos, porque queremos e quando queremos. Ponto final. É um espaço maravilhoso onde se reúnem milhares de pessoas todas diferentes e todas iguais. Qual hi5, qual fotolog!... Aqui existem palavras, sons, imagens. Existe um contacto próximo ainda que distante. Existe compreensão e carinho, existem amizades, existe confiança. Porque eu só leio o que gosto e se não gosto do que leio retiro-me.
Em jeito de conclusão quero fazer um agradecimento a todos os escritores que enchem os meus olhos de boas leituras e que, tal como eu, encontraram aqui um lugar seu, onde tudo é permitido, onde as palavras são rainhas e o pensamento rei. (in: "inhospitus mundu da Ana")
Pessoal
Quero que a tristeza me largue para que a felicidade possa finalmente sorrir-me, ainda que por breves instantes...
Quero, do fundo do meu coração, poder enviar uma sms aos meus amigos TODOS no dia 31 de Dezembro.
Quero conseguir alcançar a paz de espírito que tanto anseio.
Quero parar de chorar.
Quero viver.
Formação
Quero chegar ao final do ano lectivo com uma boa nota de estágio. Não queria acabar o curso este ano porque adoro a vida académica, mas se o conseguir será uma vitória pessoal.
Quero treinar mais vezes bandolim; quero ser um Tuno melhor.
Projectos WEB
Porque sempre haverá linhas trocadas eu cá continuarei para ver se está aí alguém. E mesmo que não esteja lá ninguém decerto estarei eu, porque o inhospitus mundo da Ana é da Ana e ponto final. Enquanto eu cá andar escreverei, sempre. "E relato o que me apetece sem esperar algo em troca. Ecrevo porque gosto de escrever. Escrevo pois tenho em mim uma enorme vontade de o fazer para libertar ideias, sentimentos, marcos da minha vida. Para mais tarde recordar, talvez." (in: inhospitus mundu da Ana)
Finalmente, o meu terceiro blog, em construção, será o reflexo da minha futura profissão. Nele escreverei tudo o que entendo ser pertinente na procura de lugares, de saberes e sabores, de paraísos, de mundos e submundos, de ambiente e tudo o que seja ligado ao Turismo.
Fui convocada pelo David Gualdino e, agora, aqui ficam as próximas 3 pessoas chamadas a darem continuidade à corrente...
Afal
Kaixas
Mini
PUTA DE SORTE
Um jovem de 26 anos ficou ontem gravemente ferido, após um despiste no IP3, na zona da Livraria do Mondego, perto de Penacova.
Ricardo Jorge Lucas Rocha seguia num Fiat Punto comercial, quando este embateu violentamente nos rails de protecção da via, ao quilómetro 62,8, no sentido Coimbra/Viseu. Após a colisão, a viatura galgou os rails de protecção, acabando por capotar, imobilizando-se perto de uma ravina bastante acentuada.
Definitivamente este ano está a começar muito mal... Força Lucas, estamos todos a torcer por ti. Aguenta-te amigo... Por favor...
Ricardo Jorge Lucas Rocha seguia num Fiat Punto comercial, quando este embateu violentamente nos rails de protecção da via, ao quilómetro 62,8, no sentido Coimbra/Viseu. Após a colisão, a viatura galgou os rails de protecção, acabando por capotar, imobilizando-se perto de uma ravina bastante acentuada.
Questiono quantos mais amigos irei perder este ano...
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
E hoje fecho o meu coração à dor.
Faz hoje um mês que me despedi de ti.
Hoje vou a Coimbra ter contigo, levar-te a tua rosa branca, falar um bocado contigo, chorar perto de ti... E à noite vamos todos jantar fora e vamos beber para esquecer. É apenas uma fase que todos estamos a passar... Uma fase que dura há 1 mês...
Como o tempo passa... 30 dias...
Tenho saudades nossas...

(A tua mana diz-me que tu és a estrela mais brilhante que ela vê no céu... E diz-me que gosta muito de ti e que fala contigo antes de dormir. E diz-me para eu não chorar porque tu não gostavas de ver as pessoas chorar... Tão pequenina, tão inocente... Será que a ouves...? Será que me ouves a mim...?)
Hoje vou a Coimbra ter contigo, levar-te a tua rosa branca, falar um bocado contigo, chorar perto de ti... E à noite vamos todos jantar fora e vamos beber para esquecer. É apenas uma fase que todos estamos a passar... Uma fase que dura há 1 mês...
Como o tempo passa... 30 dias...
Tenho saudades nossas...

(A tua mana diz-me que tu és a estrela mais brilhante que ela vê no céu... E diz-me que gosta muito de ti e que fala contigo antes de dormir. E diz-me para eu não chorar porque tu não gostavas de ver as pessoas chorar... Tão pequenina, tão inocente... Será que a ouves...? Será que me ouves a mim...?)
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
Aquele desabafo...
Rimos e sorrimos. Falamos e brincamos. Conhecemo-nos a cada dia, e todos os dias sabemos algo mais acerca deles. Sentimento bom o de pertencer a um grupo, o de estar no coração de alguém, o de ter aquela pessoa bem perto, o de não estar sozinha neste mundo que me assusta tanto. Partilhar momentos bons e maus. Saber o porquê daquela cara sem ter de perguntar. Prever gestos, compreender atitudes, aceitar comportamentos. Saber perdoar, querer dar algo, aprender a viver. Ajudar e ser ajudada, dar o melhor e o pior de mim, sentir-me bem. Ser feliz. Fazê-los felizes. Os nossos amigos.
Estou num momento complicado da minha existência. Tenho um turbilhão de sentimentos e pensamentos dentro de mim que não querem sair, ou ainda não encontraram a palavra mágica "exit"... E a cada dia que passa complico tudo um bocadinho mais... Tenho que parar para mim. Preciso de parar. Fechar-me no meu mundo para o arrumar, só assim poderei voltar a dar o melhor de mim aos que estimo.
Que confusão... Que vida...
Este ano começou muito mal e se não meter mãos em mim vou perder-me nos emaranhados de recordações, arrependimentos, comportamentos e sentimentos que me atormentam e que não saem desta cabeça!... Tão pequena para tanta coisa... Queria mais 100gigas de memória... Queria ter um "delete"... Era tão mais fácil...
Queria ter estado a viver um pesadelo até agora e amanhã acordava. Acordava uns meses atrás e seria tudo bem melhor... Para todos os que estimo...
Queria ter todos os amigos comigo, sempre. Para sempre. Dói tanto não os ter... E dói mais ainda perdê-los...
Já não te vejo quase há 1 mês Fred... A última vez que te vi dormias... Tão sereno... Que horror... Que triste sina a tua... Como estarás tu agora...? Naquele frio húmido subterrâneo... Preciso de ir visitar-te para falarmos, ainda que não me oiças... Foda-se, como eu queria que fosse mentira... Como é que vou apagar o teu número do telemóvel...? Como é que vou apagar o teu e-mail...? Quando é que vou parar de te mandar toques...? (quando me fartar de ouvir a menina da vodafone...) Quando é que vou parar de sonhar que estás vivo e saudável, como sempre foste, e acordar com medo de viver...? (Tudo porque quem vive há-de morrer e esse é o meu grande medo. Acaba tudo. Tudo!...)
Como eu preciso de ti... Ninguém entende a minha dor... Nem quero que entendam, a dor é minha.
E estou a desbobinar tudo o que me vai cá dentro... Não leiam até ao fim... É secante, imagino.
Sinto-me perdida em mim, estou desfeita em cacos por dentro e infelizmente não sou amiga de puzzles... Dou por mim a fazer coisas que não tinham de acontecer, outras que deveriam ter acontecido mas não agora... Não neste momento tão conturbado da minha vida!...
Queria parar. Hibernar. O meu computador hiberna quando não tem bateria, porque é que eu não posso?!...
Disseram-me no outro dia que o meu sorriso permanente esconde muita tristeza. E eu retribui um sorriso... E vou sorrir sempre para vocês. Mesmo quando o que me apetece é chorar... Mas guardo tudo e só as minhas almofadas saboreiam o salgado dos meus olhos. Bom para elas...
Tanta coisa à minha volta a incomodar-me... E na maior parte das coisas não posso fazer nada... Já tentei mas desisti.
Tenho 21 anos e desisto tanto...
Desisto de continuar com este post... Ia escrever a tarde toda... Ia maçar-vos com esta lenga-lenga que se repete vezes sem fim na minha cabeça...
Foda-se...
Estou num momento complicado da minha existência. Tenho um turbilhão de sentimentos e pensamentos dentro de mim que não querem sair, ou ainda não encontraram a palavra mágica "exit"... E a cada dia que passa complico tudo um bocadinho mais... Tenho que parar para mim. Preciso de parar. Fechar-me no meu mundo para o arrumar, só assim poderei voltar a dar o melhor de mim aos que estimo.
Que confusão... Que vida...
Este ano começou muito mal e se não meter mãos em mim vou perder-me nos emaranhados de recordações, arrependimentos, comportamentos e sentimentos que me atormentam e que não saem desta cabeça!... Tão pequena para tanta coisa... Queria mais 100gigas de memória... Queria ter um "delete"... Era tão mais fácil...
Queria ter estado a viver um pesadelo até agora e amanhã acordava. Acordava uns meses atrás e seria tudo bem melhor... Para todos os que estimo...
Queria ter todos os amigos comigo, sempre. Para sempre. Dói tanto não os ter... E dói mais ainda perdê-los...
Já não te vejo quase há 1 mês Fred... A última vez que te vi dormias... Tão sereno... Que horror... Que triste sina a tua... Como estarás tu agora...? Naquele frio húmido subterrâneo... Preciso de ir visitar-te para falarmos, ainda que não me oiças... Foda-se, como eu queria que fosse mentira... Como é que vou apagar o teu número do telemóvel...? Como é que vou apagar o teu e-mail...? Quando é que vou parar de te mandar toques...? (quando me fartar de ouvir a menina da vodafone...) Quando é que vou parar de sonhar que estás vivo e saudável, como sempre foste, e acordar com medo de viver...? (Tudo porque quem vive há-de morrer e esse é o meu grande medo. Acaba tudo. Tudo!...)
Como eu preciso de ti... Ninguém entende a minha dor... Nem quero que entendam, a dor é minha.
E estou a desbobinar tudo o que me vai cá dentro... Não leiam até ao fim... É secante, imagino.
Sinto-me perdida em mim, estou desfeita em cacos por dentro e infelizmente não sou amiga de puzzles... Dou por mim a fazer coisas que não tinham de acontecer, outras que deveriam ter acontecido mas não agora... Não neste momento tão conturbado da minha vida!...
Queria parar. Hibernar. O meu computador hiberna quando não tem bateria, porque é que eu não posso?!...
Disseram-me no outro dia que o meu sorriso permanente esconde muita tristeza. E eu retribui um sorriso... E vou sorrir sempre para vocês. Mesmo quando o que me apetece é chorar... Mas guardo tudo e só as minhas almofadas saboreiam o salgado dos meus olhos. Bom para elas...
Tanta coisa à minha volta a incomodar-me... E na maior parte das coisas não posso fazer nada... Já tentei mas desisti.
Tenho 21 anos e desisto tanto...
Desisto de continuar com este post... Ia escrever a tarde toda... Ia maçar-vos com esta lenga-lenga que se repete vezes sem fim na minha cabeça...
Foda-se...
domingo, fevereiro 04, 2007
Tristeza não tem fim, felicidade sim.
Sonhamos.
E alimentamos mais sonhos em torno daqueles sonhos que mais felizes nos fazem acordar. E sonhamos, e desejamos ansiosamente que acabem os sonhos e tudo se torne realidade. E aí sim, atingimos a felicidade plena. Aquela felicidade que estava nos sonhos mas que não fica em nós, morre no sono.
Acordamos a pensar no que sonhámos, vivemos o dia-a-dia a querer reviver tão belas imagens, a tentar alcançar aquilo que o nosso inconsciente diz ser o melhor para nós, e talvez seja. E sempre que nos deitamos pensamos nesses sonhos.
Um dia constatamos que os sentimentos vividos em sonhos não o são, estão em nós para que sejam partilhados por quem os merece. E por isso têm permissão para nos fazer pensar à noite. Sentimentos... (Conheço alguém que gosta de escrever sentimentos. Ele e eu também. É tão mais fácil escrever... Principalmente para mim que, no que toca a sentimentos, enclausuro-me e não me revelo, falando portanto.)
Os sonhos fartam. Sim, fartam quando acontece basicamente o mesmo em todos. Então é chegada a altura de fazer qualquer coisa para parar de sonhar e, qui ça, pôr em prática as lições que os sonhos nos deram (durante tanto tempo...).
Pois então, o dia chegou. E chegou nublado, ameaçando chuva torrencial. E choveu, muito... O dilúvio pareceu não ter fim, mas teve!...
Depois da tempestade veio a bonança: uma noite de sono, sem sonhos.
Os sonhos acabaram com um simples soar de mensagem.
Não sei o que fazer com tanto sonho, tanto gostar, tanto querer, tanto sentimento bom que tinha para ti. Não sei, não...
Parece-me que vem aí chuva outra vez...
E alimentamos mais sonhos em torno daqueles sonhos que mais felizes nos fazem acordar. E sonhamos, e desejamos ansiosamente que acabem os sonhos e tudo se torne realidade. E aí sim, atingimos a felicidade plena. Aquela felicidade que estava nos sonhos mas que não fica em nós, morre no sono.
Acordamos a pensar no que sonhámos, vivemos o dia-a-dia a querer reviver tão belas imagens, a tentar alcançar aquilo que o nosso inconsciente diz ser o melhor para nós, e talvez seja. E sempre que nos deitamos pensamos nesses sonhos.
Um dia constatamos que os sentimentos vividos em sonhos não o são, estão em nós para que sejam partilhados por quem os merece. E por isso têm permissão para nos fazer pensar à noite. Sentimentos... (Conheço alguém que gosta de escrever sentimentos. Ele e eu também. É tão mais fácil escrever... Principalmente para mim que, no que toca a sentimentos, enclausuro-me e não me revelo, falando portanto.)
Os sonhos fartam. Sim, fartam quando acontece basicamente o mesmo em todos. Então é chegada a altura de fazer qualquer coisa para parar de sonhar e, qui ça, pôr em prática as lições que os sonhos nos deram (durante tanto tempo...).
Pois então, o dia chegou. E chegou nublado, ameaçando chuva torrencial. E choveu, muito... O dilúvio pareceu não ter fim, mas teve!...
Depois da tempestade veio a bonança: uma noite de sono, sem sonhos.
Os sonhos acabaram com um simples soar de mensagem.
Não sei o que fazer com tanto sonho, tanto gostar, tanto querer, tanto sentimento bom que tinha para ti. Não sei, não...
Parece-me que vem aí chuva outra vez...
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Chega de Saudade
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz lhe numa prece que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade
É que sem ela não há paz, não há beleza
É só tristeza, e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços os abraços
Hão de ser milhões de abraços apertado assim
Colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Não quero mais esse negócio
De você viver assim
Vamos deixar desse negócio
De você viver sem mim.
Tom Jobim
quarta-feira, janeiro 24, 2007
mas a nova amizade encoraja e é por isso que a gente viaja,
procurando um reencontro,
uma descoberta que compense a nossa mais recente despedida,
nosso peito muitas vezes aperta,
nossa rota é incerta,
mas o que não é incerto na vida...?
...Já que a vida é feita de pequenos nadas..."
Gabriel, o Pensador
terça-feira, janeiro 23, 2007
O último dia
segunda-feira, janeiro 22, 2007
É nossa, para sempre.
You give sweet, and how easily, I, I fall deep
Your touch pours like honey on my skin, smooth it lingers
You, the cure the cause
Of my blues
My only flaw
Your sea it can freezing, I thought I'd float
I sink deeper blue, by you I'm consumed
Oh I'm such a fool thinking I Won't get caught in your downhill flow
Swept away, what good is a beautiful day, I'm alone
And yooou, the cure and the cause
Of my blues
My only flaw
You keep needing, keep calling
The cure and the cause
You keep needing, keep calling
The cure and the cause
You keep needing, keep calling
Even from a shut door
You step from view
Can still see you, your shadow tells me more
Don't take your love away, your love away...
And you, the cure and the cause
Of my blues
My only flaw
Don't take your love away, your love away...
Cure me, cure me
Cure me, please cure me
Just a few things before I head on my way
You are wonderful and good when you want to be
You are what I want but not what i need
And you are no good for me
But you are the cure, oh yeah, and you are the cause of my blues
Cure me, cure me....
(Fish Go Deep)
sábado, janeiro 20, 2007
Freddie, meu querido...
Mas que puta de vida é esta que nos tira quem gostamos, quem amamos, quem tanta falta nos faz?!
Mas que puta de vida é esta que deixa uma mãe ver o filho dentro de quatro tábuas?!
Mas que puta de vida é esta que deixa viver o culpado?! Pois que esse filho da puta morra e sofra bastante antes de morrer... Para não se esquecer da noite de 20 de Janeiro de 2007.
(Sofre cabrão, sofre. De ti não tenho dó nem piedade. Sofre pois quem devia ter morrido eras tu e não o meu Freddie...)
A noite em que chorei a tão grande perda, do meu grande amigo, melhor amigo, do meu companheiro que tantas histórias partilhamos, do meu sempre querido Freddie...
Pela primeira vez na minha vida faço luto e não sei quando o largarei... O que sinto é inexplicável... A dor que tenho no peito é infinita... E as lágrimas não se me esgotam... Fecho os olhos e revejo em flashes todos os momentos que passámos...
Grande Freddie, amigo, fofinho, fazes-me tanta falta... Não é justo...

Mas que puta de vida é esta que deixa uma mãe ver o filho dentro de quatro tábuas?!
Mas que puta de vida é esta que deixa viver o culpado?! Pois que esse filho da puta morra e sofra bastante antes de morrer... Para não se esquecer da noite de 20 de Janeiro de 2007.
(Sofre cabrão, sofre. De ti não tenho dó nem piedade. Sofre pois quem devia ter morrido eras tu e não o meu Freddie...)
A noite em que chorei a tão grande perda, do meu grande amigo, melhor amigo, do meu companheiro que tantas histórias partilhamos, do meu sempre querido Freddie...
Pela primeira vez na minha vida faço luto e não sei quando o largarei... O que sinto é inexplicável... A dor que tenho no peito é infinita... E as lágrimas não se me esgotam... Fecho os olhos e revejo em flashes todos os momentos que passámos...
Grande Freddie, amigo, fofinho, fazes-me tanta falta... Não é justo...

Frederico Rodrigues Alves
1982 - 2007
quinta-feira, janeiro 18, 2007
Descaramento
Não sei nem quero imaginar o que dizes tu daquele que te magoa todos os dias sem dó nem piedade e sem pensar em ti. Pensa só nele e naquilo que lhe interessa, e só ele lhe interessa e só consegue pensar assim.
Pena que não penses como ele.
Pena que não penses como ele.
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Aquela inspiração
Dás uma volta porque precisas de te mexer, sair de onde estás, desse lugar que te chateia. E vês-te fechado, dentro de cinco paredes e uma janela. Estás no 2º andar e com imensa vontade de sair dali. Mais uma vez queres sair de onde estás. Não podes, lamento. Ou te atiras ou ficas aqui para sempre. O que vais tu fazer?
terça-feira, janeiro 16, 2007
sábado, janeiro 13, 2007
O porquê de Te amar
Depois de exames e nervos à flor da pele, e medo de não entrar, eis que dou por mim na Faculdade! Relações Públicas e Comunicação, na Universidade dos Açores - Ponta Delgada.
Cheguei e arrasei: nomeada para caloira do ano aguentava com as praxes todas, desde rebolar na merda, trepar às árvores e fingir-me gorila, cantar o hino em cima das mesas do bar, declarações de amor, medir paredes com palhinhas... Adorei!
Como se tal não bastasse chamaram-me em praxe para o ensaio da Tuna Com Elas, Tuna Feminina da Universidade dos Açores, e por lá fiquei a aprender a gostar (ainda mais) de tunas.
...Até que no dia 4 de Outubro surgiu a salvação: entrei na 2ª fase em Leiria, Turismo. Cheguei a Leiria no dia 9 de Outubro, dia do jantar de curso da Recepção ao Caloiro (bela noite, diga-se).
...Perdi-me em datas e não sei quando TE conheci. A memória não é boa e a ocasião não me permitiu memorizar tal acontecimento.
Estava eu por rumos femininos, com função incerta dentro duma tuna promissora e a melhorar a olhos vistos, lentamente mas com sucesso. Ora tocava viola, ora era a "bombeira" de serviço. Ora bandolinava uns acordes, ora batucava no jambé. Quadradinho, alcunha de tuna. Na Noctuna, Tuna feminina da E.S.E.Leiria.
Espantada fiquei quando descobri que me tinham ocultado que existe por estas bandas uma Tuna Mista, e surpreendida por saber que nessa Tuna estavam colegas da minha turma!...
O amor bateu forte e depressa me mudei da entrada sul pra a entrada norte do Magistério.
E fiz bem.
Pré-vinhateiros, Vinhateiros, canecas, meias bordeaux, bóinas, D.Dinis... A Fonte das Três Bicas é a nossa madrinha... As passagens obedecem a um ritual... A caneca tá furada... Vozes femininas e masculinas... O Penaltie e a Graciete... O Aníbal!... É difícil não nos apaixonarmos...

Era a pré-Vinhateira Ana, de Turismo, que sabe acordes de viola e bandolim mas não dominava nenhum desses instrumentos. Caladita, envergonhadita, com medo de pedir ajuda, discretamente feliz por estar com eles.
...e continuei assim feliz durante uns longos 7 meses, que pareciam não ter fim.
Dia 5 de Outubro de 2005. Uma das melhores noites da minha vida. Subi à Fonte das Três Bicas para esquecer a Ana, de Turismo, e me tornar naquilo que sou hoje: Rolinhos, bandolim da Tum'Acanénica.
Ser Vinhateira foi uma experiência enriquecedora a todos os níveis. Explico...
Um traje esquisito: bóina, camisola e calções azuis, meias bordeaux até ao joelho, sapatinho preto, uma corda à cintura e a bela camisa aos quadrados, a caneca furada e o garrafão sempre cheio. Ao princípio senti-me ridícula debaixo daquelas vestes, rodeada de coment
ários parvos por parte das pessoas que por mim passavam. Tive vergonha a primeira vez que fui ao Pingo Doce trajada, tive vergonha a primeira vez que apareci na escola trajada, andar na rua assim vestida era um filme de pânico e terror à mistura. Da segunda vez foi tudo muito mais fácil. Já dava por mim a sorrir a todos aqueles que olhavam para mim com ar de desdém. Naquele momento eles eram os parvos e não eu, eles eram os invejosos e curiosos.
Eu era a Rolinhos. Ponto final.
Aprendi a amar o traje com todas as pontas de sentimento que existem em mim. Cada acto de trajar era já um ritual que adorava pois significava mais um momento de Tuna, mais uma actuação, mais um convívio extra-ensaios. As praxes tinham outro sabor, as subidas a palco tinham mais emoção...
Ser caloiro é ser diferente, é dar nas vistas por mais discreto que se seja, é divertires-te com tudo, por mais estúpido que seja, é ter permissão para qualquer coisa, é cair no ridículo sem o ser.
Ser Vinhateiro é aprender a respeitar um grupo, é respeitar tradições, é respeitares-te a ti mesmo, é aprenderes a gostar de cada um tal como ele é, é fazeres amigos, é brincar e trabalhar, é honrar um traje, é querer aprender mais e mais, é gostar daquilo que se representa e sentir orgulho, sempre.
Ser Vinhateiro é querer ser Tuno. E se assim for...
...Tuno serás um dia.
O meu dia foi a 16 de Outubro. O dia em que chorei por deixar os Azuis, os meus manos, os meus companheiros e amigos. O dia em que deixei de ser a divisão para passar a ser mais um elo de ligação. O único dia que trajei sem camisa aos quadrados, o dia em que por baixo do azul celeste se escondia o negro da noite. O dia em que vi o Minipreço encher-se de orgulho. O dia em que deixei a Caneca dos caloiros e me agarrei afincadamente à Minha caneca. O dia em que vi que tudo o que tinha vivido pareceu pouco e senti que queria mais. O dia em que achamos que ser Vinhateiro é a melhor coisa do Mundo! O dia em que sentimos o coração dividido por duas coisas: uma que gostamos - ser Vinhateiro - e outra que ansiamos - ser Tuno.
O dia em que realizei um sonho.

Eu, Rolinhos, Tuno da Tum'Acanénica, Tuna Mista da E.S.E. Leiria.
Este é o testemunho de amor e dedicação por que tanto ansiei.
E hoje deixo-o aqui para vocês.
Finalmente...
Cheguei e arrasei: nomeada para caloira do ano aguentava com as praxes todas, desde rebolar na merda, trepar às árvores e fingir-me gorila, cantar o hino em cima das mesas do bar, declarações de amor, medir paredes com palhinhas... Adorei!
Como se tal não bastasse chamaram-me em praxe para o ensaio da Tuna Com Elas, Tuna Feminina da Universidade dos Açores, e por lá fiquei a aprender a gostar (ainda mais) de tunas.
...Até que no dia 4 de Outubro surgiu a salvação: entrei na 2ª fase em Leiria, Turismo. Cheguei a Leiria no dia 9 de Outubro, dia do jantar de curso da Recepção ao Caloiro (bela noite, diga-se).
...Perdi-me em datas e não sei quando TE conheci. A memória não é boa e a ocasião não me permitiu memorizar tal acontecimento.
Estava eu por rumos femininos, com função incerta dentro duma tuna promissora e a melhorar a olhos vistos, lentamente mas com sucesso. Ora tocava viola, ora era a "bombeira" de serviço. Ora bandolinava uns acordes, ora batucava no jambé. Quadradinho, alcunha de tuna. Na Noctuna, Tuna feminina da E.S.E.Leiria.
Espantada fiquei quando descobri que me tinham ocultado que existe por estas bandas uma Tuna Mista, e surpreendida por saber que nessa Tuna estavam colegas da minha turma!...
O amor bateu forte e depressa me mudei da entrada sul pra a entrada norte do Magistério.
E fiz bem.
Pré-vinhateiros, Vinhateiros, canecas, meias bordeaux, bóinas, D.Dinis... A Fonte das Três Bicas é a nossa madrinha... As passagens obedecem a um ritual... A caneca tá furada... Vozes femininas e masculinas... O Penaltie e a Graciete... O Aníbal!... É difícil não nos apaixonarmos...

Era a pré-Vinhateira Ana, de Turismo, que sabe acordes de viola e bandolim mas não dominava nenhum desses instrumentos. Caladita, envergonhadita, com medo de pedir ajuda, discretamente feliz por estar com eles.
...e continuei assim feliz durante uns longos 7 meses, que pareciam não ter fim.
Dia 5 de Outubro de 2005. Uma das melhores noites da minha vida. Subi à Fonte das Três Bicas para esquecer a Ana, de Turismo, e me tornar naquilo que sou hoje: Rolinhos, bandolim da Tum'Acanénica.
Ser Vinhateira foi uma experiência enriquecedora a todos os níveis. Explico...
Um traje esquisito: bóina, camisola e calções azuis, meias bordeaux até ao joelho, sapatinho preto, uma corda à cintura e a bela camisa aos quadrados, a caneca furada e o garrafão sempre cheio. Ao princípio senti-me ridícula debaixo daquelas vestes, rodeada de coment
Eu era a Rolinhos. Ponto final.
Aprendi a amar o traje com todas as pontas de sentimento que existem em mim. Cada acto de trajar era já um ritual que adorava pois significava mais um momento de Tuna, mais uma actuação, mais um convívio extra-ensaios. As praxes tinham outro sabor, as subidas a palco tinham mais emoção...
Ser caloiro é ser diferente, é dar nas vistas por mais discreto que se seja, é divertires-te com tudo, por mais estúpido que seja, é ter permissão para qualquer coisa, é cair no ridículo sem o ser.
Ser Vinhateiro é aprender a respeitar um grupo, é respeitar tradições, é respeitares-te a ti mesmo, é aprenderes a gostar de cada um tal como ele é, é fazeres amigos, é brincar e trabalhar, é honrar um traje, é querer aprender mais e mais, é gostar daquilo que se representa e sentir orgulho, sempre.
Ser Vinhateiro é querer ser Tuno. E se assim for...
...Tuno serás um dia.
O meu dia foi a 16 de Outubro. O dia em que chorei por deixar os Azuis, os meus manos, os meus companheiros e amigos. O dia em que deixei de ser a divisão para passar a ser mais um elo de ligação. O único dia que trajei sem camisa aos quadrados, o dia em que por baixo do azul celeste se escondia o negro da noite. O dia em que vi o Minipreço encher-se de orgulho. O dia em que deixei a Caneca dos caloiros e me agarrei afincadamente à Minha caneca. O dia em que vi que tudo o que tinha vivido pareceu pouco e senti que queria mais. O dia em que achamos que ser Vinhateiro é a melhor coisa do Mundo! O dia em que sentimos o coração dividido por duas coisas: uma que gostamos - ser Vinhateiro - e outra que ansiamos - ser Tuno.
O dia em que realizei um sonho.
Eu, Rolinhos, Tuno da Tum'Acanénica, Tuna Mista da E.S.E. Leiria.
Este é o testemunho de amor e dedicação por que tanto ansiei.
E hoje deixo-o aqui para vocês.
Finalmente...
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Gostava de conseguir escrever tudo o que me passa pela cabeça e irei consegui-lo um dia... O texto que comecei hoje mais uma vez apaguei, dando lugar a este desabafo... Ainda não consegui escrever o que quero há tanto tempo, e lamento pois parece-me um mau sinal... Quando conseguir ficarei contente porque já lá vão algumas tentativas falhadas...
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Regrets
Todos os anos é a mesma história...
Vamos mudar: iremos às aulas assiduamente, participaremos em todas as actividades propostas, os trabalhos serão feitos atempadamente e com calma, nada se sobreporá à escola, iremos mais vezes ao gabinete do docente para esclarecer algumas dúvidas. Resumindo, iremos este ano tornar-nos verdadeiros estudantes.
Todos os anos é a mesma história...
E todos os anos essa história não passa dum "diz que disse"...
Felizmente está a acabar e poderemos parar de mentir a nós mesmos...
.
Puta da bola de neve que não pára de crescer!...
Tivese eu força para a parar... É tarde demais, bem sei.
Melhores dias virão.
Vamos mudar: iremos às aulas assiduamente, participaremos em todas as actividades propostas, os trabalhos serão feitos atempadamente e com calma, nada se sobreporá à escola, iremos mais vezes ao gabinete do docente para esclarecer algumas dúvidas. Resumindo, iremos este ano tornar-nos verdadeiros estudantes.
Todos os anos é a mesma história...
E todos os anos essa história não passa dum "diz que disse"...
Felizmente está a acabar e poderemos parar de mentir a nós mesmos...
.
Puta da bola de neve que não pára de crescer!...
Tivese eu força para a parar... É tarde demais, bem sei.
Melhores dias virão.
domingo, janeiro 07, 2007
Game over
Depois de 4 anos acaba uma linda história entre duas pessoas, com os seus momentos bons e maus, com muitas discussões e arrelias, com muito amor e paixão pelo meio.
A tentativa de amizade pós-relação não dá certo mas insiste-se.
Entendem-se 2 dias, discussão. Tréguas 3 dias, discussão.
Começam a chegar mensagens parvas com insultos e ameaças seguidas de declarações de amor. Confusos? Pois... Eu também fiquei...
Desisti há muito tempo de ser amiga de quem me trata mal e por isso apaguei essa pessoa da minha vida. Destes anos ficam apenas as boas lembranças e tudo aquilo que aprendi.
O resto apaguei, tal como fiz com as mensagens queridas que me mandaste.
Era isso que querias, é isso que tens. Deixa-me em paz...
A tentativa de amizade pós-relação não dá certo mas insiste-se.
Entendem-se 2 dias, discussão. Tréguas 3 dias, discussão.
Começam a chegar mensagens parvas com insultos e ameaças seguidas de declarações de amor. Confusos? Pois... Eu também fiquei...
Desisti há muito tempo de ser amiga de quem me trata mal e por isso apaguei essa pessoa da minha vida. Destes anos ficam apenas as boas lembranças e tudo aquilo que aprendi.
O resto apaguei, tal como fiz com as mensagens queridas que me mandaste.
Era isso que querias, é isso que tens. Deixa-me em paz...
sexta-feira, janeiro 05, 2007
E se...
Curioso como tudo na vida tem um "e se...".
Ontem tive uma conversa (interminável) acerca destes "e se...".
Merda de conversa, diga-se de passagem.
Abomino pessoas que passam a vida a pensar nas outras possibilidades das coisas!...
"Podia ter feito diferente...
E se fosse melhor da outra forma...?
E se em vez disto tivesse sido aquilo?
E se tivesse optado por A será que agora estava melhor?"
Enfim... Continuem assim, pode ser que cheguem a algum lado...
A minha vida assim seria um pesadelo... mas e se não fosse...?
Ontem tive uma conversa (interminável) acerca destes "e se...".
Merda de conversa, diga-se de passagem.
Abomino pessoas que passam a vida a pensar nas outras possibilidades das coisas!...
"Podia ter feito diferente...
E se fosse melhor da outra forma...?
E se em vez disto tivesse sido aquilo?
E se tivesse optado por A será que agora estava melhor?"
Enfim... Continuem assim, pode ser que cheguem a algum lado...
A minha vida assim seria um pesadelo... mas e se não fosse...?
segunda-feira, janeiro 01, 2007
2007
Um bom ano para todos!
(Espero que este novo ano te traga até mim... Tenho feito por isso, reparaste?)
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Probably nothing
Estar triste e não saber porquê;
Acordar mal disposta sem motivo aparente;
Ter a cara horrorosa e o sorriso fechado;
Falar pouco e baixinho;
Ficar sozinha;
A vontade de chorar incessante;
O querer ir não-sei-para-onde,
e o nunca estar bem onde estou.
.
Provavelmente é típico da época... Quero que passe, urgentemente.
Acordar mal disposta sem motivo aparente;
Ter a cara horrorosa e o sorriso fechado;
Falar pouco e baixinho;
Ficar sozinha;
A vontade de chorar incessante;
O querer ir não-sei-para-onde,
e o nunca estar bem onde estou.
.
Provavelmente é típico da época... Quero que passe, urgentemente.
segunda-feira, dezembro 25, 2006
Natal
domingo, dezembro 24, 2006
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Inconstância da vida
Como dás voltas...
Ora me falas ora finges que não existo...
...em torno dum assunto que não ousas tocar...
...mas existo embora o negues...
...pois é mais fácil evitar que enfrentar...
...pudesse eu entender o porquê!...
...por medo? por vergonha? por incerteza?...
...por medo ? por vergonha? por incerteza?...
Curioso como se cruzaram...
Também eu dou voltas... Somos assim, não é?
quarta-feira, novembro 29, 2006
quinta-feira, novembro 02, 2006
Adeus...

Tu...
Que amei como jamais ousei amar...
Que estimei como nunca me julguei capaz...
Que és da família, meu maninho...
Cibicinho, cé o meu gatinho, cé o meu Xirinhquinho, amor da minha vidinha...
Que frase... A nossa frase...
As esperas à porta...
Sentias-me a metros e metros de distância:
ainda eu não via a casa, já tu sabias que era eu,
e vinhas, subtil e delicado, lindo... e encantado
receber-me para mais uns dias em casa.
Entendia-te como mais ninguém, nunca, o fez.
E tu sabias disso...
Partilhávamos tudo, lembras-te?
E por isso te amo tanto...
Aqueles brutos levaram-te e agora tenho medo, raiva e nojo deles...
Nunca mais serei a mesma...
Adeus...
segunda-feira, outubro 23, 2006
Calma
Já la vai tanto tempo...
Já tanta coisa se passou...
Terei que passar uma tarde a escrever para conseguir relatar tudo o que vivi, tudo o que sofri, tudo o que aprendi...
Paciência - i'll be back...
Já tanta coisa se passou...
Terei que passar uma tarde a escrever para conseguir relatar tudo o que vivi, tudo o que sofri, tudo o que aprendi...
Paciência - i'll be back...
sábado, setembro 30, 2006
Saudade #12
Today is a brand new day!
Digam-me lá, qual a melhor forma de começar o último dia de trabalho, ein?!
Chegar atrasada?! Certo!!! Despedida não sou porque já tratei disso há dias atrás, descontar no ordenado não o fazem porque é melhor esquecer 1h de atraso do que muitas meias horas perdidas com clientes depois da hora de fecho. Essas ninguém as pagas portanto estamos quites!
Bem, são 11h12. Que bom... Só faltam 4h48 para dizer adeus à Bubbles.
Adeus...
Digam-me lá, qual a melhor forma de começar o último dia de trabalho, ein?!
Chegar atrasada?! Certo!!! Despedida não sou porque já tratei disso há dias atrás, descontar no ordenado não o fazem porque é melhor esquecer 1h de atraso do que muitas meias horas perdidas com clientes depois da hora de fecho. Essas ninguém as pagas portanto estamos quites!
Bem, são 11h12. Que bom... Só faltam 4h48 para dizer adeus à Bubbles.
Adeus...
quinta-feira, setembro 28, 2006
Saudade #12
Que noite...
Que irmã...
Pergunto-me: o que é que a minha mãe fez para merecer uma filha assim...
Não merece... Nem vai aguentar muito mais tempo...
Que irmã...
Pergunto-me: o que é que a minha mãe fez para merecer uma filha assim...
Não merece... Nem vai aguentar muito mais tempo...
terça-feira, setembro 26, 2006
Saudade #7 #8 #9 #10 #11
#7 Corropio. Confusão. Barulho. Calor. Nem pensei em ti, acreditas...?
#8 A tua ausência tira-me o sono, aborrece-me ás vezes. Tenho saído para me distrair. Faz-me bem. Sabes que te amo, sempre...
#9 Tenho uma novidade! Os meus dias estão contados aqui na Bubbles. Alívio? Pena? Ambos. Não me arrependo. Já te ligo.
#10 A distância imepde a visão mas nunca, jamais!, impedirá o amor. Hoje estou assim, triste. Penso em ti e choro. E nã, não me peças novamente para não chorar a tua ausência. Fazes-me muita falta...
#11 O.K. Ana desiste de inventar uma doença porque está tudo bem contigo! A única coisa que não está bem é essa tua paranóia de querer ter qualquer coisa para justificar o medo que te assombra de morrer. Mas descansa, não vais morrer já! Por agora tens apenas de aprender a controlar a ansiedade para não voltares às horríveis crises de pânico.
#8 A tua ausência tira-me o sono, aborrece-me ás vezes. Tenho saído para me distrair. Faz-me bem. Sabes que te amo, sempre...
#9 Tenho uma novidade! Os meus dias estão contados aqui na Bubbles. Alívio? Pena? Ambos. Não me arrependo. Já te ligo.
#10 A distância imepde a visão mas nunca, jamais!, impedirá o amor. Hoje estou assim, triste. Penso em ti e choro. E nã, não me peças novamente para não chorar a tua ausência. Fazes-me muita falta...
#11 O.K. Ana desiste de inventar uma doença porque está tudo bem contigo! A única coisa que não está bem é essa tua paranóia de querer ter qualquer coisa para justificar o medo que te assombra de morrer. Mas descansa, não vais morrer já! Por agora tens apenas de aprender a controlar a ansiedade para não voltares às horríveis crises de pânico.
quinta-feira, setembro 21, 2006
Saudade #6
Chove lá fora.
Aqueces-me com toda a tua ternura, enroscas-te em mim de tal forma que posso sentir a tua respiração no pescoço, bocejas e acaricias-me a face, para de novo fechares os olhinhos azul celeste num sono profundo.
Parou de chover.
E vais embora...
Aqueces-me com toda a tua ternura, enroscas-te em mim de tal forma que posso sentir a tua respiração no pescoço, bocejas e acaricias-me a face, para de novo fechares os olhinhos azul celeste num sono profundo.
Parou de chover.
E vais embora...
quarta-feira, setembro 20, 2006
Saudade #5
Que neura!...
E fica uma pessoa toda a noite em pulgas por causa dum tal Gordon e o fdp não aparece!!!
..menos mal!...
E fica uma pessoa toda a noite em pulgas por causa dum tal Gordon e o fdp não aparece!!!
..menos mal!...
terça-feira, setembro 19, 2006
Saudade #4
Sou chata...
...por te dizer mil vezes que te amo...
...porque sinto a tua falta...
...porque as saudades já chegaram...
...porque te quero e não te tenho...
Chata... que maneira carinhosa de dizer: 'mor, cala-te!...
...por te dizer mil vezes que te amo...
...porque sinto a tua falta...
...porque as saudades já chegaram...
...porque te quero e não te tenho...
Chata... que maneira carinhosa de dizer: 'mor, cala-te!...
segunda-feira, setembro 18, 2006
Saudade #3
Hoje gastei 249€ nuns óculos: pode ser que veja o tempo a passar mais depressa... Fazes-me falta, sabias...?
domingo, setembro 17, 2006
Saudade #2
"Esses pedaços de terra dentr'o mar plantados,
onde o sol gira sem cessar,
onde a água brilha, e tudo à volta é mar,
onde o ir terá sempre o voltar.
Açores, parte de mim..."
A.M.
sábado, setembro 16, 2006
sexta-feira, setembro 15, 2006
quarta-feira, setembro 13, 2006
You'll be back
Vai e vem... Ora estás ora desapareces... Um beijo e já não o vejo... Está a chegar o dia e tremo de pavor... Ainda te tenho e já morri de saudade... Vai mas volta...
terça-feira, setembro 05, 2006
Me, myself and I
Por vezes penso: e se deixasse de me preocupar com os outros e direcciona-se os meus pensamentos e vontades apenas e somente para mim?! Seria mais feliz? Sentiria-me melhor comigo mesma? Quais as vantagens desse egocentrismo?
Questiono-me se todas as pessoas passam, em determinada altura da vida, por essa etapa de valorização pessoal absoluta, e absurda, que aos meus olhos é desnecessária.
Ela anda com a cabeça na lua. Só tem olhos para ele e para o que ele lhe oferece: anéis, jantares, passeios, cafés, jantares, passeios, jantares, quecas. Há uma semana que não dorme em casa, tem aquecimento noutras bandas. Depressa demais para ser sincero. Não percebo... Só tem pensado nela e na vida dela e na roupa dela e no "amor" dela e nos passeios dela, e no pénis dele.
Cagou, literalmente, para nós.
Odeio-o. Odeio-o com todos os meus nervos, até mesmo com aqueles que pouco trabalham. Sorriso estupido, conversas de merda, Sr. Sabichão, tom de gozo em cada palavra que resvala naquela língua, imunda. Não me respeita, não é meu amigo, nem sequer conhecido! Sei-lhe o nome e a profissão. Sei também que gosta de se armar em pai, quando nem tão pouco sonha ter filhos. E mais, diz o que quer, quando e como lhe apetece. Sobre todos os assuntos, sem nehum lhe dizer respeito. Não sabe a minha idade, não sabe o que estudo, não sabe em que dia faço anos, não conhece os meus gostos, não conhece os meus hábitos, nunca estudou comigo e por aí fora... Não me conhece. Ponto final.
Desrespeita a minha cara-metade e odeio-o ainda mais por isso. Se a mim não me conhece que direi então da minhac-m (abrv)? Não sabe pôr-se no seu lugar e odeio-o por isso, também.
Porque eu sei qual o meu lugar, porque eu não lhe dou confiança, porque eu não o conheço (e acho que já não estou interessada nisso), porque desde o 1º dia me irrita de cada vez que tenta qualquer tipo de comunicação, porque goza com tudo, critica tudo e todos, julga-se dono da sabedoria, ri-se sem piadas e parece-me que anda a atirar areia para os olhos dela. Não gosto disso mas nada posso fazer. Cagou para nós, lembras-te?!
Iludir uma mulher fragilizada é tão fácil... E por isso sou forte.
*desculpem-me o palavriado feio mas foi um desabafo e não quis corrigir o que tinha escrito.
Questiono-me se todas as pessoas passam, em determinada altura da vida, por essa etapa de valorização pessoal absoluta, e absurda, que aos meus olhos é desnecessária.
Ela anda com a cabeça na lua. Só tem olhos para ele e para o que ele lhe oferece: anéis, jantares, passeios, cafés, jantares, passeios, jantares, quecas. Há uma semana que não dorme em casa, tem aquecimento noutras bandas. Depressa demais para ser sincero. Não percebo... Só tem pensado nela e na vida dela e na roupa dela e no "amor" dela e nos passeios dela, e no pénis dele.
Cagou, literalmente, para nós.
Odeio-o. Odeio-o com todos os meus nervos, até mesmo com aqueles que pouco trabalham. Sorriso estupido, conversas de merda, Sr. Sabichão, tom de gozo em cada palavra que resvala naquela língua, imunda. Não me respeita, não é meu amigo, nem sequer conhecido! Sei-lhe o nome e a profissão. Sei também que gosta de se armar em pai, quando nem tão pouco sonha ter filhos. E mais, diz o que quer, quando e como lhe apetece. Sobre todos os assuntos, sem nehum lhe dizer respeito. Não sabe a minha idade, não sabe o que estudo, não sabe em que dia faço anos, não conhece os meus gostos, não conhece os meus hábitos, nunca estudou comigo e por aí fora... Não me conhece. Ponto final.
Desrespeita a minha cara-metade e odeio-o ainda mais por isso. Se a mim não me conhece que direi então da minhac-m (abrv)? Não sabe pôr-se no seu lugar e odeio-o por isso, também.
Porque eu sei qual o meu lugar, porque eu não lhe dou confiança, porque eu não o conheço (e acho que já não estou interessada nisso), porque desde o 1º dia me irrita de cada vez que tenta qualquer tipo de comunicação, porque goza com tudo, critica tudo e todos, julga-se dono da sabedoria, ri-se sem piadas e parece-me que anda a atirar areia para os olhos dela. Não gosto disso mas nada posso fazer. Cagou para nós, lembras-te?!
Iludir uma mulher fragilizada é tão fácil... E por isso sou forte.
*desculpem-me o palavriado feio mas foi um desabafo e não quis corrigir o que tinha escrito.
domingo, setembro 03, 2006
Epá se coiso...
Se há coisa que mais me espanta é a rapidez com que resolvemos uma lacuna comunicativa. Explico. Se ao falarmos com alguém nos esquecemos de terminada palavra, forçosamente empregamos palavras tipo coiso, cena, etc.
- Então pá, 'tás bom? Nunca mais te vi!...
- Atão meu! Já não te via há bué... Comigo 'tá tudo bem, e contigo?
- Epá é aquela cena: tudo na mesma, como a lesma. Eh eh. Casado, filhos...
- Ya, fazes tu se não bem. Olha, lembraste daquela cena que fizemos no verão de 1999...?
- Epá, assim de repente não m'a lembra. Já ando a ficar um bocado coiso da memória, sabes...
(...)
- Mano, gostei de te ver. Vai dando notícias, tá-se?
- Epá eu também! Se coiso liga-me 'tá?
- ok, quero ver se dá pa combinar alguma cena 'pó fim de semana, depois ligo-te.
O que é certo é que expressões/palavras destas dão para tudo!
(não tinha nada pa postar... perdoem-me a falta de originalidade...)
- Então pá, 'tás bom? Nunca mais te vi!...
- Atão meu! Já não te via há bué... Comigo 'tá tudo bem, e contigo?
- Epá é aquela cena: tudo na mesma, como a lesma. Eh eh. Casado, filhos...
- Ya, fazes tu se não bem. Olha, lembraste daquela cena que fizemos no verão de 1999...?
- Epá, assim de repente não m'a lembra. Já ando a ficar um bocado coiso da memória, sabes...
(...)
- Mano, gostei de te ver. Vai dando notícias, tá-se?
- Epá eu também! Se coiso liga-me 'tá?
- ok, quero ver se dá pa combinar alguma cena 'pó fim de semana, depois ligo-te.
O que é certo é que expressões/palavras destas dão para tudo!
(não tinha nada pa postar... perdoem-me a falta de originalidade...)
domingo, agosto 27, 2006
domingo, agosto 20, 2006
Se desejas essa vida de mal-dizer
pois que seja assim o teu caminho
Se mereces tanta dor e podridão
então continua, infeliz, sozinha.
Se a sorte te trespassa se cessar
deixando em ti tremendo desespero
acorda para o perigo em que vais acabar
ou obrigar-me-ás a fazer o que não quero.
Mas se escolhes esse lado que não entendo
que aos meus olhos se assemelha a delinquência
de ti me afasto, mesmo sofrendo
chorando, só, a dor da tua ausência.
A.M.
sexta-feira, agosto 18, 2006
Odeio...
...chuva no verão...
...calor insuportável...
...mentiras...
...falsidade...
...discussões com a minha mãe...
...fígado...
...mitras...
...anónimos...
...peixe cozido...
...ópera...
...snobes...
...política...
...etc...
...calor insuportável...
...mentiras...
...falsidade...
...discussões com a minha mãe...
...fígado...
...mitras...
...anónimos...
...peixe cozido...
...ópera...
...snobes...
...política...
...etc...
sábado, agosto 12, 2006
Quero...
...dormir...
...férias...
...Tum'A...
...tirar a carta de condução...
...fazer o meu piercing...
...sossego...
...praia...
...rodízio...
...a tattoo perfeita...
...cortar o cabelo...
...ter o cabelo comprido...
...mais dinheiro...
...ter carro...
...ir à Concentração Motard de Góis...
...acampar...
...ir aos Açores...
...sair com os amigos...
...uma irmã nova...
...ter um filho...
...ser empresária...
...uma casa com piscina...
...dormir... Tenho tanto sono...
...férias...
...Tum'A...
...tirar a carta de condução...
...fazer o meu piercing...
...sossego...
...praia...
...rodízio...
...a tattoo perfeita...
...cortar o cabelo...
...ter o cabelo comprido...
...mais dinheiro...
...ter carro...
...ir à Concentração Motard de Góis...
...acampar...
...ir aos Açores...
...sair com os amigos...
...uma irmã nova...
...ter um filho...
...ser empresária...
...uma casa com piscina...
...dormir... Tenho tanto sono...
quinta-feira, agosto 03, 2006
sábado, julho 29, 2006
Final feliz
- (...) sim, é claro que te amo. Nunca deixei de te amar!... Tentei esconder o que sentia para defesa da tristeza que se apoderou de mim. Inconscientemente achei que era o melhor para nós, desculpa... Nunca pensei fazer-te sofrer tanto, nunca me imaginei capaz de magoar tanto alguém que amo e estimo. Desculpa mais uma vez...
(longo silêncio...)
- E tu... Depois de todo o sofrimento que te trouxe... Ainda me amas...?
- Não mereces todo o amor que tenho guardado para ti... Não mereces alguém como eu, que te ama loucamente e por ti faz qualquer coisa. Não mereces quem não valorizas, quem não respeitas, quem magoaste meses a fio, sem reflectires no que estavas a fazer com as nossas vidas! Mas amo-te sim!
Amo-te como um louco! Amo-te com tudo o que tenho, amo cada pedacinho do teu corpo, amo cada cabelo, cada olhar, cada gesto, cada palavra. Amo-te desalmadamente, desejo-te vivamente e quero-te já para mim, eternamente. És para mim e eu para ti, para o sempre.
Amo-te, sim, e quero-te ainda mais.
(longo silêncio...)
- E tu... Depois de todo o sofrimento que te trouxe... Ainda me amas...?
- Não mereces todo o amor que tenho guardado para ti... Não mereces alguém como eu, que te ama loucamente e por ti faz qualquer coisa. Não mereces quem não valorizas, quem não respeitas, quem magoaste meses a fio, sem reflectires no que estavas a fazer com as nossas vidas! Mas amo-te sim!
Amo-te como um louco! Amo-te com tudo o que tenho, amo cada pedacinho do teu corpo, amo cada cabelo, cada olhar, cada gesto, cada palavra. Amo-te desalmadamente, desejo-te vivamente e quero-te já para mim, eternamente. És para mim e eu para ti, para o sempre.
Amo-te, sim, e quero-te ainda mais.
sábado, julho 22, 2006
sábado, julho 08, 2006
Bailarico da aldeia
Ontem fui a um baile, não ao baile da paróquia mas muito semelhante. São aquelas festas tradicionais que todas as terriolas fazem em honra do padroeiro, que abençoa cada rua, cada pedrinha de calçada, cada casa e cada família. Aquelas festas pirosas onde toca o "conjunto" as mais variadas músicas pimba - e não me refiro a Ágata, Quim Barreiros ou Tony Carreira mas àqueles pimba que por serem tão pimba ninguém os conhece ( a não ser como covers destes ditos "conjuntos" de baile) e onde há sempre a barraquinha das rifas, onde os prémios não são mais que o lixo que as donas de casa querem dispensar das prateleiras e gavetas lá de casa.
Não ia a um baile há anos. Gosto de observar as pessoas que lá estão: o bêbedo que dança sozinho e levanta a camisola e mete-se com as senhoras que dançam e cai e entorna o copo de vinho e levanta-se e enche o copo novamente; o casal que dança desajeitadamente aos pulinhos; as catraias que dançam juntas, desejosas que o Zé ou o Manel as venham roubar para um pezinho de dança; os velhotes, de pantufas, sentados na cadeirinha trazida de casa; os jovens à volta do bar, a fazer levantamento de pesos e a esfumaçar; o homem do som, a mexer naqueles botões todos; o bebé que chora com o barulho e mãe que o embala para o calar à força pois quer ouvir o conjunto e dali não sairá sem o baile acabar; os rapazes que se babam a ver as meninas dançar (mas que nem ousam convidá-las ao centro pois não sabem como mexer os pés). Famílias inteiras reúnem-se ali, e conversam entre todos e, acima de tudo, divertem-se.
Sinto-me "normal" no meio dos parolos mas depressa reparo que no fundo sou tão parola como eles, pessoas da aldeia, simples, humildes, felizes!, alegres, festivos. Eu, que sou menina da cidade, sinto-me bem ali pois esqueço por algumas horas o rebuliço da cidade, ao mesmo tempo que lamento não ser da aldeia, não ter raízes rurais, não ter a avó "na terra" para a ir visitar aos fins de semana, não poder ir ao clube tomar a bica e jogar cartas, dominó ou à malha com os velhotes.
Tenho tanto respeito por esses a quem chamo parolos!...
Gostava mesmo de ser uma parola da aldeia esquecida na terriola que ninguém conhece.
Não ia a um baile há anos. Gosto de observar as pessoas que lá estão: o bêbedo que dança sozinho e levanta a camisola e mete-se com as senhoras que dançam e cai e entorna o copo de vinho e levanta-se e enche o copo novamente; o casal que dança desajeitadamente aos pulinhos; as catraias que dançam juntas, desejosas que o Zé ou o Manel as venham roubar para um pezinho de dança; os velhotes, de pantufas, sentados na cadeirinha trazida de casa; os jovens à volta do bar, a fazer levantamento de pesos e a esfumaçar; o homem do som, a mexer naqueles botões todos; o bebé que chora com o barulho e mãe que o embala para o calar à força pois quer ouvir o conjunto e dali não sairá sem o baile acabar; os rapazes que se babam a ver as meninas dançar (mas que nem ousam convidá-las ao centro pois não sabem como mexer os pés). Famílias inteiras reúnem-se ali, e conversam entre todos e, acima de tudo, divertem-se.
Sinto-me "normal" no meio dos parolos mas depressa reparo que no fundo sou tão parola como eles, pessoas da aldeia, simples, humildes, felizes!, alegres, festivos. Eu, que sou menina da cidade, sinto-me bem ali pois esqueço por algumas horas o rebuliço da cidade, ao mesmo tempo que lamento não ser da aldeia, não ter raízes rurais, não ter a avó "na terra" para a ir visitar aos fins de semana, não poder ir ao clube tomar a bica e jogar cartas, dominó ou à malha com os velhotes.
Tenho tanto respeito por esses a quem chamo parolos!...
Gostava mesmo de ser uma parola da aldeia esquecida na terriola que ninguém conhece.
domingo, julho 02, 2006
Inhospitus Mundu
"Vós sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal.
O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção?
Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar."
O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção?
Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar."
Sermão de Santo António aos Peixes
sábado, julho 01, 2006
Sofrimento

...fazes-nos sentir o que guardamos em nós, desejosos de te ver brilhar...
...fazes-nos sofrer a cada minuto que sofres...
...fazes-nos vibrar sempre que despoleta de ti aquela euforia de mais um ponto a teu favor...
...fazes-nos chorar de alegria, e de tristeza...
...fazes meio mundo parar para te observar atentamente, numa ânsia absurda de não te perdermos...
...fazes-nos valorizar o que somos e donde vimos, o temos e o que acreditamos ser...
...só tu para fazeres milhares de pessoas esquecer as mágoas, infelicidades, tristezas, agonias do dia a dia...
...tu, que amamos tanto...
...um país, uma nação, uma selecção...
PORTUGAL
sexta-feira, junho 16, 2006
sábado, junho 10, 2006
Horas Mortas
Pensamentos obscuros sobrevoam minha claridade tornando-a névoa seca, sem luminosidade, sem cheiro, sem sentimento; assim lamento minha triste sina - na imensidão da noite encontro silêncio, esse barulho infernal que fere a audição, sem tréguas, e vai corroendo cada pedaço meu...
Esse amparo nas horas mortas, que por sinal são as mais agitadas, em que me sento numa esplanada e observo sem comentar. Céu artificial, nuvens irreais, vento que não o é, aves que voam mas na verdade estão estáticas, gente que passa mas não passa, permanecem quietas como que se de um desenho se tratasse. É isto que vejo ali, naquela esplanada que me acolhe diariamente, sem me negar o meu espaço, sem me roubar o momento de constatação do Mundo, da realidade (ou de algo que dizem ser real...).
Já fora de mim vejo-me como um deles, quieto, sem vida própria, andando ao som dos ponteiros de um qualquer relógio que teima em contar os segundos, sem cessar. Teimoso esse relógio!... Pudesse eu tirar-lhe o que lhe dá corda... Pudesse eu ser esse relógio infernal, que nos guia como marionetas.
Esse amparo nas horas mortas, que por sinal são as mais agitadas, em que me sento numa esplanada e observo sem comentar. Céu artificial, nuvens irreais, vento que não o é, aves que voam mas na verdade estão estáticas, gente que passa mas não passa, permanecem quietas como que se de um desenho se tratasse. É isto que vejo ali, naquela esplanada que me acolhe diariamente, sem me negar o meu espaço, sem me roubar o momento de constatação do Mundo, da realidade (ou de algo que dizem ser real...).
Já fora de mim vejo-me como um deles, quieto, sem vida própria, andando ao som dos ponteiros de um qualquer relógio que teima em contar os segundos, sem cessar. Teimoso esse relógio!... Pudesse eu tirar-lhe o que lhe dá corda... Pudesse eu ser esse relógio infernal, que nos guia como marionetas.
sábado, junho 03, 2006
sábado, maio 27, 2006
Bookcrossing - biblioteca mundial
O Bookcrossing é um movimento global, que atravessa o tempo e o espaço. É um grupo de leitura, uma "caça ao tesouro".
Em qualquer deixa livros, encontre livros. O objectivo é transformar o mundo inteiro numa biblioteca. "Official Crossing Zones" são as bibliotecas, lojas e restaurantes estabelecidos pelos "bookcrossers" para deixares os teus livros.
Vai a http://bookcrossing.com.sapo.pt e parte em busca da aventura...
Em qualquer deixa livros, encontre livros. O objectivo é transformar o mundo inteiro numa biblioteca. "Official Crossing Zones" são as bibliotecas, lojas e restaurantes estabelecidos pelos "bookcrossers" para deixares os teus livros.
Vai a http://bookcrossing.com.sapo.pt e parte em busca da aventura...
domingo, maio 21, 2006
Posso pensar? Obrigado, sim!?
Se escrevo o que escrevo é somente porque sei que o posso fazer, livremente, sem medo de ser julgada ou discriminada.
Se digo o que digo é porque tenho a plena consciência que o faço com bons modos, e se não o fizer alertem-me para isso.
Se penso tudo o que penso é porque tenho uma mente sã e liberta de dogmas, tabus ou complexos.
'Penso logo existo', e se existo!... Por vezes penso demais, confesso...
E canso-me... Nem me apetece escrever...
Se digo o que digo é porque tenho a plena consciência que o faço com bons modos, e se não o fizer alertem-me para isso.
Se penso tudo o que penso é porque tenho uma mente sã e liberta de dogmas, tabus ou complexos.
'Penso logo existo', e se existo!... Por vezes penso demais, confesso...
E canso-me... Nem me apetece escrever...
sábado, maio 20, 2006
E beijam-se. Do nada surge uma imensidão de sentimentos que pareciam ter-se evaporado há algumas semanas atrás. De novo o querer ver e tocar e o querer cheirar e saborear. E abraçam-se. O silêncio nocturno transforma-se num ruído ensurdecedor de estalidos e gemidos e suspiros, qual musica para os meus ouvidos! Estão ali, deitados, envoltos num manto de paixão fervorosa que outrora havia existido.
Questiono-me porque será que estes encontros fugazes, mas intensos, acabaram por uns tempos... O que terá acontecido entre eles?
Espectador atento desta novela, tento revelar segredos ocultos no emaranhado de planos que se me vão aparecendo. Quero vivamente revelar o fim desta história, no entanto é tudo imprevisível! Vou esperar... Ainda hão-de haver muitos mais episódios, creio... Gostava que ficassem juntos. Mas esta é a minha singela opinião...
Questiono-me porque será que estes encontros fugazes, mas intensos, acabaram por uns tempos... O que terá acontecido entre eles?
Espectador atento desta novela, tento revelar segredos ocultos no emaranhado de planos que se me vão aparecendo. Quero vivamente revelar o fim desta história, no entanto é tudo imprevisível! Vou esperar... Ainda hão-de haver muitos mais episódios, creio... Gostava que ficassem juntos. Mas esta é a minha singela opinião...
quarta-feira, maio 17, 2006
Atempadamente
Ela passa depressa foge do tempo não pára de respirar fundo e constantemente. Mente. Mas ninguém se apercebe o porquê de tanta pressa de chegar não sei onde tão cedo e tão urgentemente. Pois mente. Queres boleia?
domingo, maio 14, 2006
Chupo
"Chupo
teu fruto
na moita
que o vento
açoita
com boca
afoita
que grita
como louca
que goza
como vento
e geme
como mulher"
Carlos Seabra
teu fruto
na moita
que o vento
açoita
com boca
afoita
que grita
como louca
que goza
como vento
e geme
como mulher"
Carlos Seabra
segunda-feira, maio 08, 2006
O teste é de respostas múltiplas. Escolham uma.

Respostas... Até então nenhuma... E continuamos à espera não sei bem de quê...
Estamos perante uma situação nova, uma situação indesejada, uma situação um tanto ou quanto ingrata... Mas verdade seja dita - estamos porque queremos. Ponto final.
A paciência é um bem precioso e comum a todos nós; tal como todos os bens preciosos ela esgota-se e isso é um facto contra o qual não existem argumentos válidos.
Será que encontrámos um poço inesgotável de paciência? (até quando...?)
Será que a resposta chegará rapidamente? (não nos parece...)
Será que andamos a perder tempo à espera daquilo que não virá? (não sei...)
As dúvidas persistem e parecem estagnadas em nós.
E repetimo-nos infinitamente, estupidamente!... Merecemos isso? Queremos isso?! Não éramos assim...
Respostas... Até então nenhumas... E continuamos à espera não sei bem de quê...
domingo, maio 07, 2006
sábado, maio 06, 2006
La tristesse
Para quê rir se te não tenho?
Para quê chorar se nada me enxuga as lágrimas?
Para quê comer se a minha força és tu?
Para quê respirar se não sinto o teu aroma?
Para quê correr se jamais te alcançarei?
Para quê viver se te não tenho
a meu lado?
Para quê chorar se nada me enxuga as lágrimas?
Para quê comer se a minha força és tu?
Para quê respirar se não sinto o teu aroma?
Para quê correr se jamais te alcançarei?
Para quê viver se te não tenho
a meu lado?
sexta-feira, abril 21, 2006
Inédito
Na quarta feira , 4 de Maio de 2006, 2 minutos e 3 segundos depois da 1:00 da manhã, as horas e o dia serão assim:
01:02:03 04/05/06
Isto nunca mais vai acontecer na tua vida.
quinta-feira, abril 20, 2006
5 minutos de lucidez....
Pensamento do dia:
se o buraco da boca é maior que o buraco do rabiosque...
...porque é que os supositórios são maiores que os comprimidos...?
sexta-feira, abril 14, 2006
Ã...? burguer...
Há dias de manhã que à tarde eu não devia sair à noite...
E quando apetece beber cocaquinhas frescolas ou até um sumás de ananol...? Comer um relógio de parede misto e um frigorífico aquecido... Nham nham...
E até vos digo mais: "Casunsara casismira. Sa sara? Uara?! S'ara..."(esta é para ti Fred)
Pão... Manteiga... Pão com... Mant... Não consigo...
...
Estou louca!...
quarta-feira, abril 12, 2006
Ingratidão
Rodeiam-me a incerteza e o medo de falhar...
Quero viver e não me deixam....
Quero respirar mas roubam-me o oxigénio...
Quero andar mas cortaram os caminhos...
Quero ser feliz mas não me devolvem esse direito!...
Quero ser feliz...
terça-feira, abril 11, 2006
Este post é para ti, finalmente...
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Tudo tem um princípio e um fim. Só te peço que entendas isso... Por favor...
Este post é para ti... Finalmente...
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Tudo tem um princípio e um fim. Só te peço que entendas isso... Por favor...
Este post é para ti... Finalmente...
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